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Obscuro náufrago

 Espelho reflete a profundeza do descontentamento Naufragando no vazio mudo, sempre acompanhando-me das incertezas Sobre os caminhos que não me levam a lugar algum Me perco...         E ouço vozes da mente             O convite quase sempre aberto                A despedir desse mundo                   Que é interrompido pela doutrina esperança O resgate, a mensagem consoladora conduzida pelo espiritismo E  recobro-me a consciência 

Luta diária

 O simples acordar sem ceder a mente manter positivamente não é tarefa fácil As ondas de linhas que pairam sobre o ar, conecta todos os tipos de sintonia E muitas vezes o convite para adentrar nas zonas inferiores do pensamento e rogo em sintonizar as esferas de luz.

Incompreendida

 O mundo persiste não me notar, Eu persisto em mostrar a eles, o meu valor, O mundo me ignora, E eu, me tranco no meu mundo, E o mundo vive, E eu acabo, vivendo no meu sonho!

Rejeição

 Profunda revolta silenciosa Sem justa causa me renegaram Pobre criatura que demostra o esforço De renascer um poeta Mas me renegaram Sem motivo algum E levo o amargo doce no pensamento Ah!Como é duro sentir a porta fechada na cara Justo quando tinha a certeza que me reencontrara no caminho escrito. Dou um suspiro e sinto a rejeição abraçando -me E choro... Tentando entender as mensagens mudas😔...

Cansaço

  No cansaço, Uma inquietante  perturbação, Rodeia-me de revolta,  A suprir sentimentos vazios Rugir som  mudo Questionando o esforço inútil. Embora despertar no esperançoso otimismo do dia, No cair da noite, o péssimo visita-me. - Ah! Quero largar tudo e desistir! O tormento dura longas horas, E ouço notícias nos jornais, em todos os lugares como propaganda a mostrar as desgraças alheias  cotidianas. Tentei imprimir revoltas tortas e não encontrei papel algum que consolasse-me Por alguns instante absorvo reflexões subconsciente e  noto, O quanto idiotas, são as minhas suplicas!

Palavras mal digeridas

 Infância ingénua sem retiro A problemática advém da falta da paciência adulta     Mas as palavras eram ditas E não compreendidas pela criança Carregou na tristeza infância,  As palavras mal digeridas  Travou pelo medo E cresceu a criatura, insegura de si mesmo Marcada pelo tempo A cicatriz ainda encontra-se aberta.

Solidão desconcretizada

Nos caminhos  trilhados nas altitudes que alcançará nas ladeiras percorridas na escada da vida Não encontrou resposta alguma dizia Ernesto☔ só o vazio, o eco de seus passos perdidos Que se reencontraram definitivo  na luz do espiritismo