Morte, vida moderna
Morte-Vida Moderna
Vivência morta da acelerada rotina
Mal digestiva no rompimento da distração
És a figura do homem moderno
Perdura-se vivo, no entanto, vegeta-se
Desprovido dos sentidos:
Da degustação, na visibilidade, da percepção
Moribundo de suas faculdades metais, reféns da sociedade moderna
Antes da aurora, uma máquina a ligar, no café cheio de entusiasmo
Repleto de notícias fakes, no esperançoso otimismo do dia
Que aos longos das horas, evapora no ar, na calorosa locomotiva, transbordada de almas apressadas
Tentando chegar em algum lugar
Aí, encontra-se a desfalecida e deprimente criatura
De alguma maneira esforçando-se para encontrar... à luz no fim do túnel
Mas deparou-se com a ponte do desespero. E da li... atirou-se... para o precipício da dor sem fim
Poetisa Azul 🤧💙
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