Profecia
A obra de um poeta
Quase sempre nos seus versos
Procurava entender onde estava o amor
No que se deu em sua época
revolucionário, entre a questão
do homem e a máquina mal assimilada
Imagino se naquela época o poeta
Já manifestava em versos a revolta
Hoje morreria de decepção, na inversão de valores, tão descarada!
Em um mundo que se tornou tão vulgar
Sem respeito
Sem capacidade intelectual
O que restou desse amor
Será traduzido pela tecnologia conforme a sua profecia
Disse Ernesto ☔
O Mentor ☔
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